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| Disputa acirrada para o Planalto |
Quando saíram as pesquisas, logo após o início do segundo turno, tudo indicava uma vitória apertada do candidato do PSDB-MG, Aécio Neves. Contudo, na última semana de campanha, houve uma virada da petista Dilma Rousseff. Não foi muito expressiva, mas suficiente para surpreender àqueles mais curiosos e interessados em política.
A possibilidade de eleição do psdebista até animou o mercado financeiro, fazendo subir ações de estatais como a Petrobrás (que vem sofrendo com escândalos de lavagem de dinheiro) na bolsa de valores.
Em 10 de outubro, Aécio tinha vantagem numérica sobre Dilma, com 46% de intenções de voto, contra 44%, empatados dentro da margem de erro, segundo o Datafolha.
No dia 16, mantinha-se o cenário de vitória no limite para o mineiro, com 51% dos votos válidos e Dilma com 49%, de acordo com o Ibope. Mesmo com vantagem, os analistas ainda indicavam situação indefinida.
Surpresa?
A virada da candidata petista foi apresentada na segunda-feira (20), quando inverteram-se os resultados, mesmo no limite da margem de erro, com pesquisa do Datafolha.A partir disso houve poucas oscilações de percentuais, até ampliando a vantagem de Dilma, nos dias 22 e 23, com 53% sobre 47% de Aécio. Na última pesquisa, levantada pelo instituto, entre sexta-feira e sábado, com 19.318 entrevistados, indicou a candidata à reeleição com 52% e o psdebista com 48%.
Não é comum ocorrer viradas, nos históricos de pesquisas, não são comuns. Por isso meu estranhamento sobre os números que se apresentam e modificam. Agora é aguardar o resultado que se apresentará por volta das 20h deste domingo, quando a apuração deve ser aberta, após o encerramento da votação no estado do Acre, região norte do Brasil.
Fonte: Portal G1.

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