Esta semana uma notícia que circulou pelos principais veículos de comunicação do Brasil, me deixou orgulho de ser brasileiro e contente com a história. O ministro da saúde, José Gomes Temporão, fez uma declaração que causou furor em todo o país. Ao afirmar que fazer sexo ajuda a controlar a hipertensão arterial. É evidente que o sexo é uma atividade física, está cientificamente comprovado.
Além de outros cuidados que devem ser tomados, a hipertensão é uma doença que mata muito em todo Brasil. Vamos nos cuidar, evitando alimentos gordurosos, excesso de sal na comida. Devemos levar uma vida saudável e praticar esportes.
O que foi difícil de compreender, é porque tanto alvoroço? Só porque o ministro recomendou a pratica de sexo saudável e seguro para evitar a pressão alta? Uma bobagem, agora imagina se o presidente Lula resolve falar uma coisa dessas?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Sábado cultural 2
Saindo do Santander Cultural, onde fica o FestFotoPoa, caminhei alguns metros e entrei no Museu de Artes do Rio Grande do Sul (Margs), para conferir a exposição do pintor gaúcho Pedro Weingärtner (1853-1929). Intitulada Pedro Weigärtner – um artista entre o Velho e o Novo Mundo, a mostra de 90 telas está sob curadoria de Ruth Tarasantchi, crítica e pesquisadora.
Através de uma parceria da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do museu Nacional de Belas artes do Rio de Janeiro, está é a primeira vez que se reúnem tantas obras do pintor para uma exposição.
As obras pertencem aos acervos do Margs, do Nacional de Belas Artes do RJ, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pinacoteca APLUB Rio-grandense, além de colecionadores de todo Brasil e Pinacoteca de São Paulo.
As obras pincelam a passagem de Weigärtner pela Alemanha, França e Itália. Com minuciosos detalhes ele retrata a vida dos camponeses europeus no país germânico e também no italiano.
O artista tende a pintar momentos bem coloridos e em outros aponta fases mais monocromáticas e mórbidas. Também deixa claro seu gosto por pintar mulheres nas obras Bailarinas (1896), Caçadora de borboletas (1904), Banho em Pompéia (1897) e Ninfas (1908).
Em outra fase, de volta ao Rio Grande do Sul, sua coleção de pinturas retrata uma natureza verde, porém morta, como em Derrubada (1913). Exímio retratista, desenhou de forma perfeita sua esposa, por exemplo. Além de outros parentes e figuras importantes do final do século XIX e começo do século XX.
A exposição está aberta até 13 de junho, depois parte para o Rio de Janeiro. O Margs está aberto para visitação de terça a domingo, sempre das 10h às 19h.
Através de uma parceria da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do museu Nacional de Belas artes do Rio de Janeiro, está é a primeira vez que se reúnem tantas obras do pintor para uma exposição.
As obras pertencem aos acervos do Margs, do Nacional de Belas Artes do RJ, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pinacoteca APLUB Rio-grandense, além de colecionadores de todo Brasil e Pinacoteca de São Paulo.
As obras pincelam a passagem de Weigärtner pela Alemanha, França e Itália. Com minuciosos detalhes ele retrata a vida dos camponeses europeus no país germânico e também no italiano.
O artista tende a pintar momentos bem coloridos e em outros aponta fases mais monocromáticas e mórbidas. Também deixa claro seu gosto por pintar mulheres nas obras Bailarinas (1896), Caçadora de borboletas (1904), Banho em Pompéia (1897) e Ninfas (1908).
Em outra fase, de volta ao Rio Grande do Sul, sua coleção de pinturas retrata uma natureza verde, porém morta, como em Derrubada (1913). Exímio retratista, desenhou de forma perfeita sua esposa, por exemplo. Além de outros parentes e figuras importantes do final do século XIX e começo do século XX.
A exposição está aberta até 13 de junho, depois parte para o Rio de Janeiro. O Margs está aberto para visitação de terça a domingo, sempre das 10h às 19h.
Sábado cultural 1
Depois de uma manhã estressante e corrida, lá na Ulbra/Canoas para fazer as fotos da minha formatura, a tarde fui até o Centro de Porto Alegre para conferir o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre (FestFotoPoa), que está em sua quarta edição.
Segundo o curador da exposição, Carlos Carvalho, as novas tecnologias promoveram transformações em muitos processos de produção das sociedades e também contribuíram novidades na fotografia. Esse é o tema central da exposição. Das instalações, o FestFotoPoa conta com salas de projeção, exposições, dezenas de iniciativas simultâneas, além de promover debates sobre fotógrafos e suas obras. Seminários, oficinas, leilão e escambo de fotos. É atividade que não termina mais.
Sem citar os nomes de todos os fotógrafos, vamos tentar explicar o que de mais interessante se pode conferir na mostra: artistas que expressam suas vidas e de outros semelhantes, a maioria dos expositores preza pela simplicidade no momento de exibir o cotidiano e a luta diária dos brasileiros.
Sombras, ângulos, movimentos, ações e molduras. Tudo isso é em linguagem fotográfica, que me permiti abordar. Porém uma obra muito bonita e muito interessante está no andar superior e se chama 17 dinheiros, de Fernando Schimitt. Quem olha de longe e não sabe o nome do tema, nunca vai pensar que são cédulas ampliadas através da fotografia.
O FestFotoPoa fica no Santander Cultural, rua Sete de Setembro, 1028. Bem na Praça da Alfândega, Centro de Porto Alegre. Aberto de terças as sextas, sempre das 10h às 19h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 19h. Entrada franca.
Segundo o curador da exposição, Carlos Carvalho, as novas tecnologias promoveram transformações em muitos processos de produção das sociedades e também contribuíram novidades na fotografia. Esse é o tema central da exposição. Das instalações, o FestFotoPoa conta com salas de projeção, exposições, dezenas de iniciativas simultâneas, além de promover debates sobre fotógrafos e suas obras. Seminários, oficinas, leilão e escambo de fotos. É atividade que não termina mais.
Sem citar os nomes de todos os fotógrafos, vamos tentar explicar o que de mais interessante se pode conferir na mostra: artistas que expressam suas vidas e de outros semelhantes, a maioria dos expositores preza pela simplicidade no momento de exibir o cotidiano e a luta diária dos brasileiros.
Sombras, ângulos, movimentos, ações e molduras. Tudo isso é em linguagem fotográfica, que me permiti abordar. Porém uma obra muito bonita e muito interessante está no andar superior e se chama 17 dinheiros, de Fernando Schimitt. Quem olha de longe e não sabe o nome do tema, nunca vai pensar que são cédulas ampliadas através da fotografia.
O FestFotoPoa fica no Santander Cultural, rua Sete de Setembro, 1028. Bem na Praça da Alfândega, Centro de Porto Alegre. Aberto de terças as sextas, sempre das 10h às 19h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 19h. Entrada franca.
Reeditando o Blog
Depois de meses sem tocar no blog resolvi me aventurar novamente neste veículo de comunicação que tem tudo para se consolidar como o mais democrático e acessível de todos: a internet.
Aplicando os conhecimentos obtidos ao longo do curso de jornalismo, na Ulbra/Canoas, que devo concluir este semestre, com a pretenção de abordar temas do cotidiano, questões internacionais, trazer notícias e comentários sobre música, celebridades/variedades e claro, dar muita ênfase em política, área que me interesso muito e já tive oportunidade de trabalhar.
Como estamos em ano de eleição, é meu dever, enquanto quase jornalista, oferecer aos leitores uma abordagem ou um comentário, com a certeza que os anos de faculdade e acompanhamento das notícias, além de estágio nessa área me oferecem bagagem suficiente para analisar esse assunto.
O Na minha vitrine vai estar em atividade quase que diária, se a faculdade e outras atividades assim me permitirem.
Aplicando os conhecimentos obtidos ao longo do curso de jornalismo, na Ulbra/Canoas, que devo concluir este semestre, com a pretenção de abordar temas do cotidiano, questões internacionais, trazer notícias e comentários sobre música, celebridades/variedades e claro, dar muita ênfase em política, área que me interesso muito e já tive oportunidade de trabalhar.
Como estamos em ano de eleição, é meu dever, enquanto quase jornalista, oferecer aos leitores uma abordagem ou um comentário, com a certeza que os anos de faculdade e acompanhamento das notícias, além de estágio nessa área me oferecem bagagem suficiente para analisar esse assunto.
O Na minha vitrine vai estar em atividade quase que diária, se a faculdade e outras atividades assim me permitirem.
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